Toco o tronco com a minha mão e sinto a mesma paz de sempre,
paz reencontrada a cada dia. Minha mão agora tão rugosa como o tronco,
encarquilhada, seca. Como não dei por ele, pelo tempo?
Porque o tempo passou silencioso como um vento suave,
matinal e eu não o senti.
Cristina Neves
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